domingo, 13 de novembro de 2016

Aula de ciências


Aprendendo a fazer experiências!!! 
#sombras #movimentodaterra #amotudoisso #Ufrgs

Aula de matemática


E na aula presencial, brincando e aprendendo. 
Hoje foi dia de aprender a medir usando o metro, ou melhor um pedaço de papel pardo, deixamos a nossa sala de aula pequena durante esta atividade. Foi incrível!!!


Muro numérico


De todos os exemplos dados de jogo, o que eu mais gosto é Muro numérico, quando eu tinha 5º ano, usava muito essa atividade, para todas as operações, soma, subtração, divisão e multiplicação. Trabalha o raciocínio lógico, pois dependendo do numero o aluno não precisa armar a operação, consegue fazer mentalmente o calculo. Já que é esse o objetivo do jogo.  









Este ano como estou somente trabalhando com a educação infantil, 3 anos, nenhuma destas atividades, com esse objetivo de somar os números seria possível deles realizarem.   Talvez atividade da caixa, da reportagem, onde os alunos colocaram as tampinhas, será ideal. Poderia ser pedido para os alunos colocar objetos, poucos. E no final tirar eles da caixa e contar a quantidade, para que os alunos já possam ir reconhecendo o número com a quantidade. 

Experiência do Chuveiro



MATERIAL
1. Garrafa de plástico com tampa de rosca  2. Prego  3. Água  4. Bacia
1. Encha a tigela de água. 
2. Fure a base da garrafa com o prego e a coloque dentro da bacia. 
3. Coloque água dentro da garrafa e feche. 
4. Segure a garrafa pela boca sem apertá-la e a levante.
O QUE ACONTECE
Mesmo com a garrafa furada, enquanto estiver tampada, a água não cai. Se abrir, a água começa a cair; se fechar, a água para. 
A pressão atmosférica, que age em todas as direções aplica uma força através dos furos da garrafa e segura a água dentro. Como essa pressão não age diretamente na parte de cima quando está fechada, a água não cai. Mas se destampar, a pressão atmosférica entra em ação e faz a água cair.
COMO FAZER
POR QUE ACONTECE? 


Essa experiência foi realizada na turma de maternal 1, com alunos de 3 anos. As crianças durante a explicação ficaram atentas e curiosas. A fala para eles foi a seguinte: Hoje iremos fazer um chuveiro. Quem gosta de água? Vocês sabem como é que sai a água do chuveiro? Hoje vamos montar um pequeno chuveiro na sala.  Foram questionados os nomes dos materiais que seriam usados, todos os reconheceram os seus respectivos nomes.  
Foi solicitado ajuda dos alunos para colocar a água na garrafa, e após foi pedido atenção dos alunos.
O que irá acontecer se retirarmos a garrafa da bacia? E se fecharmos a garrafa com a tampa?
Os alunos por serem pequenos só responderam que a água iria cair. E durante a experiência ficaram surpresos que a água não caia e apaixonados quando via a água cair, percebeu se que gostam muito de água e de brincar com ela. Já aproveitei falei que não podemos gastar muita água, pois ela é importante e devemos cuida-la.

A partir dessa atividade, percebi que não importa a idade, que podemos adaptar as experiências para educação infantil, mesmo que eles ainda não entendem os termos técnicos, eles podem ter acesso a essa diversidade como forma de curiosidade, e ampliar suas experiências.  Assim como Pedro Demo no vídeo trás nos a reflexão que devemos criar oportunidade, deixar uma sementinha plantada, alguém um dia irá saber usa-la.


domingo, 7 de agosto de 2016

Primeiro a magia da história, depois a magia do bê-á-bá, Rubem Alves




Se fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; levaria a livrarias, para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. 

Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical.
A experiência da beleza tem de vir antes. 

Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as histórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela quereria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em histórias. É assim. É muito simples.

Rubem Alves


"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música..."

"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntas as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes".                                                                 Rubem Alves



      Assim como a fala de Rubem Alves, mostrar para a criança como a música é importante. Em cada fase da vida das crianças, a música é vista de uma forma. Na educação infantil, ela ajuda a desenvolver a fala, e marcar o tempo, pois em cada momento da rotina a uma música especifica que ajuda os alunos a entenderem o momento.  E conforme vão crescendo a música vai tornando parte da vida deles, como na hora de aprender a escrever ou até mesmo de aprender um conteúdo novo.  A música faz parte da nossa vida, só devemos utilizá-la da melhor forma. 

Aprendendo sobre a música

Mínima é o nome da figura musical cuja duração é metade de uma semibreve.








A mínima é representada por um círculo vazio com haste. Quando a nota é escrita até a terceira linha da pauta a haste fica à direita da nota e virada para cima. Quando a nota está acima da terceira linha, a haste fica à esquerda da nota e virada para baixo. A pausa com duração de mínima é uma linha grossa que preenche a metade inferior do terceiro espaço da pauta (colada à terceira linha).
A Contagem Silábica da mínima é representada por: Tá-á





E para não esquecer o nome dessa nota música, vai esse recado.