Quando o corpo não aguenta ele da sinais de que algo não está bem... pois é essa semana foi assim, passei dias em claro para dar conta das minhas tarefas da faculdade e trabalho, e o que aconteceu... o corpo não aguentou, a imunidade baixou, e peguei conjuntivite. Acabei a minha semana no hospital, perdi os melhores dias ao lado dos meus alunos, festa de natal... E o pior quando consegui participar da apresentação final do semestre da faculdade... Isso tudo me deixou muito frustada e chateada comigo, mas não há o que fazer... O que aprendi com isso? Que a vida segue, e que devemos fazer o melhor sempre, mas lembrar qe não somos uma máquina... que precisamos dedicar um tempo só para nós também.
Aproveitando o final de ano para repensar na vida... e em como deixá-la mais leve.
Olá... eu sou a Bianca , professora com muito orgulho, graduada em pedagogia, e estudante na Pós graduação em orientação e supervisão escolar.
domingo, 18 de dezembro de 2016
domingo, 4 de dezembro de 2016
Foco, força e fé
E o final do ano está chegando e com ele, muitos trabalhos. Tens dias que acordo e parece que não irei dar conta. Quando trabalhamos dois turno e estudamos no outro, vivemos numa rotina sem fim, percebemos que nos resta tão pouco tempo para se divertir, e apenas estudar.
E assim que funciona o final do semestre, sem tempo para nada. Correria total para dar conta de pareceres e portfólios. O mês de dezembro é assustador, mas vamos em frente, pois quem nunca virou a noite para conseguir realizar seus sonhos. Então foco, força e fé, para colocar as atividades da faculdade em dia.
domingo, 13 de novembro de 2016
Aula de matemática
E na aula presencial, brincando e aprendendo.
Hoje foi dia de aprender a medir usando o metro, ou melhor um pedaço de papel pardo, deixamos a nossa sala de aula pequena durante esta atividade. Foi incrível!!!
Muro numérico
De todos os exemplos dados de jogo, o que eu mais gosto é
Muro numérico, quando eu tinha 5º ano, usava muito essa atividade, para todas
as operações, soma, subtração, divisão e multiplicação. Trabalha o raciocínio lógico,
pois dependendo do numero o aluno não precisa armar a operação, consegue fazer
mentalmente o calculo. Já que é esse o objetivo do jogo.
Este ano como estou somente trabalhando com a educação
infantil, 3 anos, nenhuma destas atividades, com esse objetivo de somar os números
seria possível deles realizarem. Talvez atividade da caixa, da reportagem, onde
os alunos colocaram as tampinhas, será ideal. Poderia ser pedido para os alunos
colocar objetos, poucos. E no final tirar eles da caixa e contar a quantidade,
para que os alunos já possam ir reconhecendo o número com a quantidade.
Experiência do Chuveiro
Ideia retirada do site https://www.youtube.com/watch?v=a-LSOxnPhIs
MATERIAL
1.
Garrafa de plástico com tampa de rosca 2. Prego 3.
Água 4. Bacia
1.
Encha a tigela de água.
2.
Fure a base da garrafa com o prego e a coloque dentro da bacia.
3.
Coloque água dentro da garrafa e feche.
4.
Segure a garrafa pela boca sem apertá-la e a levante.
O QUE ACONTECE
O QUE ACONTECE
Mesmo
com a garrafa furada, enquanto estiver tampada, a água não cai. Se abrir, a
água começa a cair; se fechar, a água para.
A
pressão atmosférica, que age em todas as direções aplica uma força através dos
furos da garrafa e segura a água dentro. Como essa pressão não age diretamente
na parte de cima quando está fechada, a água não cai. Mas se destampar, a
pressão atmosférica entra em ação e faz a água cair.
COMO
FAZER
POR
QUE ACONTECE?
Essa experiência foi realizada na
turma de maternal 1, com alunos de 3 anos. As crianças durante a explicação
ficaram atentas e curiosas. A fala para eles foi a seguinte: Hoje iremos fazer
um chuveiro. Quem gosta de água? Vocês sabem como é que sai a água do chuveiro?
Hoje vamos montar um pequeno chuveiro na sala. Foram questionados os nomes dos materiais que
seriam usados, todos os reconheceram os seus respectivos nomes.
Foi solicitado ajuda dos alunos
para colocar a água na garrafa, e após foi pedido atenção dos alunos.
O que irá acontecer se retirarmos
a garrafa da bacia? E se fecharmos a garrafa com a tampa?
Os alunos por serem pequenos só
responderam que a água iria cair. E durante a experiência ficaram surpresos que
a água não caia e apaixonados quando via a água cair, percebeu se que gostam
muito de água e de brincar com ela. Já aproveitei falei que não podemos gastar
muita água, pois ela é importante e devemos cuida-la.
A partir dessa atividade, percebi
que não importa a idade, que podemos adaptar as experiências para educação
infantil, mesmo que eles ainda não entendem os termos técnicos, eles podem ter
acesso a essa diversidade como forma de curiosidade, e ampliar suas
experiências. Assim como Pedro Demo no
vídeo trás nos a reflexão que devemos criar oportunidade, deixar uma sementinha
plantada, alguém um dia irá saber usa-la.
domingo, 7 de agosto de 2016
Primeiro a magia da história, depois a magia do bê-á-bá, Rubem Alves
Se
fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições
das pás, enxadas e tesouras de podar. Levaria a passear por parques e
jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias
e perfumes; levaria a livrarias, para que ela visse, nos livros de arte,
jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me
pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical.
A
experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as histórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela quereria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em histórias. É assim. É muito simples.
Rubem Alves
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