Sobre esse sétimo semestre da faculdade, precisando de um norte, me sentindo mais perdia que Alice no país das maravilhas e mais doida que o chapeleiro.
Olá... eu sou a Bianca , professora com muito orgulho, graduada em pedagogia, e estudante na Pós graduação em orientação e supervisão escolar.
domingo, 15 de abril de 2018
Tentando não ficar louca
Sobre esse sétimo semestre da faculdade, precisando de um norte, me sentindo mais perdia que Alice no país das maravilhas e mais doida que o chapeleiro.
domingo, 1 de abril de 2018
A educação anda a passos lentos
Quando você está estudando e percebe como a educação é muito lenta, eu aos 22 anos, nasci no ano da mudança na lei da educação. E percebo que pouca coisa mudou. E ai me deparo com esse texto.
Criança precisa de emoção.
Nessa quarta-feira iniciamos uma viagem pela imaginação, onde deveríamos criar a escola do futuro, no qual fomos convidados a inventar. Tarefa muito difícil, pois não sabíamos quem eram os seres que habitavam o planeta, o que gostavam, suas características. De inicio foi sugerido pelas colegas, uma escola toda interativa, com muita tecnologia. não consegui concordar com isso, pois hoje já vejo que a tecnologia está distanciando as crianças de fazerem amizades, aprender a conviver, a compartilhar, de interagir.
Penso sim, que a tecnologia é muito importante, no aproxima de coisas que jamais poderíamos ter, mas ela tem distanciado do convívio diário com as pessoas.
Devemos usar a tecnologia como nossa ferramenta de pesquisa. mas lembrando que viver o presente e sentir as emoções é muito melhor. Como é bom poder conhecer as brincadeiras antigas, mas nada melhor é tu poder colocar isso em prática, sentir a brincadeira e vivenciar.
Precisamos deixar essa tecnologia de lado as vezes, e viver emoções. Pois as tecnologias não suprem o que as crianças necessitam.
domingo, 4 de março de 2018
Iniciando o ano...
Nessa volta ás aulas, foi bem corrido, tivemos muitas tarefas a cumprir até a chegada das crianças. E por esse motivo ainda não tinha conseguido postar nada no blog.
Na escola no município esse ano estamos participando do Conae, onde estamos revendo as metas de Gravataí , e realizando um parâmetro do que foi atingido e o que ainda precisa ser mudado em nosso plano Municipal de Educação. Foi ótimo ter participado desse grupo, consegui colocar em prática muitas das coisas que vi na faculdade, quando estudamos o funcionamento da escola e as leis que nos regem
Fiquei surpresa ao saber que o plano municipal de Gravataí havia sido terceirizado, não consegui saber os motivos, mas provavelmente por não ter alguém capacitado para isso. As únicas informações que tive, foram que a Ufrgs que foi a responsável por esse plano.
Na escola no município esse ano estamos participando do Conae, onde estamos revendo as metas de Gravataí , e realizando um parâmetro do que foi atingido e o que ainda precisa ser mudado em nosso plano Municipal de Educação. Foi ótimo ter participado desse grupo, consegui colocar em prática muitas das coisas que vi na faculdade, quando estudamos o funcionamento da escola e as leis que nos regem
Fiquei surpresa ao saber que o plano municipal de Gravataí havia sido terceirizado, não consegui saber os motivos, mas provavelmente por não ter alguém capacitado para isso. As únicas informações que tive, foram que a Ufrgs que foi a responsável por esse plano.
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
Os saberes necessários a educação
Nesse capítulo do Livro “Os saberes necessários a educação”,
Edgar Morin mostra que a educação do futuro enfrentará problema de dupla fase
do erro e da ilusão. Pois o erro e a
ilusão não se reconhecem, e os homens sempre elaboram falsas concepções de si
próprios, do que fazem, do que devem fazer, do mundo onde vivem.
Com tudo isso o Edgar diz que o conhecimento não é um
espelho das coisas ou do mundo externo.
Daí surge os inúmeros erros de percepção que nos vêm de nossos
sentidos. Os nossos desejos, nossos
medos ou as nossas emoções, multiplicam os riscos de erro. Sim, os sentimentos, a rava, o amor e a
amizade podem-nos cegar. Mas o desenvolvimento da inteligência é inseparável do
mundo da afetividade.
Com isso a educação vem para criar alunos críticos, que
sejam capazes de separar o imaginário da ilusão.
A sombra dessa Mangueira
Paulo Freire inicia seu
texto falando sobre a Dialogicidade,e dando exemplo sobre, mostrando como o ser
humano e capaz de manter uma comunicação com dialogicidade, pois necessita de
comunicação. Além disso, mostra como a tecnologia veio para ajudar o ser humano
a ligar a outras pessoas. E que muitas pessoas já faleceram achariam isso
impossível de acontecer. E percebemos hoje o quanto essa tecnologia só auxilia
as pessoas a se manterem mais perto e a conhecer o mundo.
Além do Mais, Freire
mostra que a tecnologia está em processo, sempre mudando, citou nós como
exemplo que não somos acabados, pelo contrário somos inacabados, pois
deveríamos buscar a qualificação, por que não estamos prontos. Sempre haverá
coisas novas para se aprender.
Paulo Freire ainda cita
que os homens e mulheres se educam, por isso buscam a educação, com forma de
seguir seus sonhos. Mas freire fala sobre essa educação que se faz
necessária. Aquela educação da
curiosidade, da pergunta. Relembrando assim a pedagogia da pergunta, dando voz
ao aluno, mostrando que ele pode manifestar a sua curiosidade.
O exemplo de Pedro, em
relação à vida, sobre não acharmos mais curiosidade no cotidiano, faz total
sentido, pois perdemos a curiosidade quando se faz a mesma coisa todos os dias,
deixamos de olhar com os olhos curiosos de crianças, que observam tudo com
delicadeza. Para fazer somente o que nós fomos destinados. Acordar, trabalhar e estudar.
Não é preciso mudar o
contexto físico, mas a forma como pensamos epistemologicamente. Devemos
despertar a nossa curiosidade.
Freire fala como mudar
o espaço físico, para que aja essa curiosidade, que ela é fundamental para o
contexto teórico. Dar atenção aos
espaços escolares, paredes, cartazes, mesas, arranjos de decoração, materiais
didáticos, livros, revistas, jornais, dicionários, projetores, computadores.
Apesar dos recursos,
ainda se precisa de um professor com o papel de educador progressista , que
desafie os alunos a serem criativos. Que façam pensar sobre a biologia, mas não
só no conteúdo, que façam pontes com o que está acontecendo com o corpo, o que
isso influência no mundo, criar um problema, para que os alunos busquem a
solução.
Paulo ainda cita o
desrespeito ao professor, ao salário do magistério. E que isso é um problema do
estado, mas que deve ser cobrado, mas através do trabalho bem realizado com os
alunos. Não podendo ser professores meio a boca, só por que o salário não é o
correto. È como diz a firmação “as
coisas são assim porque não podem ser de outra maneira” . Não devemos pensar
assim, e sim fazer diferente. Para ao
menos futuro temos.
Os crocodilos e avestruzes da educação
Com
o passar dos anos, a classe de educação especial foi abolia das escolas,
fazendo com que os alunos com deficiência participassem de aulas com ditas
pessoas “normais”. Desde essa mudança, os professores vêm relatando que não é
inclusão colocar uma criança com necessidades especiais numa sala de aula
outros alunos. Vem criando mitos, para que não tenha em sua sala alunos com
necessidades especiais.
Mas
hoje com a entrada na escola dessas crianças, não há muito que os professores
fazerem, pois precisamos aceitar a diversidade, mas muitos tentam fugir de
classes com alunos especiais. Pedindo
para trocar a serie que vão atuar no ano seguinte.
Nós
professores criamos barreiras, por medo de não conseguir fazer com que aluno especial cresça e desenvolva as suas
habilidades. E isso causa um incômodo,
pois muitos não sabem como agir com esses alunos especiais em sua sala de aula.
Esses
alunos, assim como todos os outros com suas necessidades precisam ser tratados
com repeito, pois não é uma deficiência, ou classe social que irão diferenciar
os alunos, pois na sala de aula todos devem ser tratados iguais, mas com
atenção naquilo que precisam para evoluir.
Para
haver a inclusão que se deve ter com esses alunos, precisamos primeiro conscientizar
os professores que eles são capazes de transformar a vida dessas crianças, que
eles são capazes de aprender assim como outros, mas com suas limitações. O
professor precisar perceber que ele, somente ele, deve fazer a inclusão, pois
as crianças estão ali para aprender a viver em sociedade, e que as pessoas são
diferentes.
O
ambiente pode facilitar as pessoas com deficiência, como acessibilidade,
rampas, espaços amplos, materiais, como jogos, imagens diversificadas de coisas
que há no mundo. Criar um ambiente calmo
e acolhedor, favorecendo melhor a aprendizagem.
Em
minha sala de aula tenho um aluno com TDH e problemas de locomoção, segundo seu
laudo. Mas notasse perceptivelmente que ele é muito esperto, mas por causa do
seu problema de locomoção, não consegue ainda fazer muitas coisas. No inicio do
ano não sabia andar, agora a dois meses atrás começou a andar sozinho e sem
apoio, tem evoluído muito, às vezes até tenta correr. Já cosegue segurar alguns
objetos, mas o mesmo às vezes cai de suas mãos. Tem evoluído muito, a escola
tentou e ainda está tentando um monitor, que pudesse ajudar a desenvolver
melhor sua motricidade ampla e fina. Mas nada ainda foi realizado pela
secretaria de educação. Com isso, nós professoras estamos sempre criando
atividades para que ele possa participar e desenvolver, e ate mesmo os colegas
o ajudam, são compreensivos com o colega e estão sempre preocupados, para que
ele possa brincar com eles.
Mas
sinto falta do apoio da escola, em relação atividades, por não cobrarem
planejamento especial, atividades diferenciadas para os alunos com deficiência
especiais. A escola apenas vê o resultado depois – parabéns meninas pelo
trabalho, o fulano já esta caminhando- Mas não olham todo o processo e o que
foi feito para que isso ocorresse.
Poderia
ter sido investido em uma barra para colocar na sala, para que esse aluno
pudesse se locomover, pois no inicio ele só fazia se alguém o segurasse a mão,
depois com o tempo, se agarrava nas paredes, andando de um lado para o outro.
A
escola ainda precisa ter esse olhar para essas crianças, e perceber as
necessidades que eles precisam.
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